Notícias e Artigos
MERCADO LIVRE QUER SUPERAR A B2W E SE TORNAR O MAIOR E-COMMERCE DO BRASIL
21 de
Julho,
2017
Analistas de mercado acreditam que a companhia argentina pode crescer ainda mais no mercado brasileiro, o que não significa necessariamente em perda de espaço da B2W

Mercado Livre vai ultrapassar a B2W?
Mas será que todas essas estratégias serão suficientes para o Mercado Livre se tornar o maior e-commerce do Brasil, superando a BW2? Especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo acreditam que sim, é possível que o Mercado Livre cresça ainda mais no mercado brasileiro, o que não significa necessariamente em perda de espaço da B2W. “A B2W, assim como o Magazine Luiza, o Grupo Pão de Açúcar, são varejistas que têm e-commerce e markeplace acoplados ao seu negócio principal. O Mercado Livre é só marketplace, focado no pequeno e no micro empresário”, afirma Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). “Eles não concorrem entre si, porque são propostas complementares”, completa. O Mercado Livre é um marketplace de produtos novos e usados, vendidos por pessoas físicas, pequenos e médios empresários. A empresa não fabrica nenhum produto e foca apenas no desenvolvimento da sua plataforma e no fortalecimento da sua rede pulverizada de fornecedores. O seu público-alvo também é diferente. Quem compra no Mercado Livre busca itens baratos e, muitas vezes, específicos. La é possível encontrar de tudo, desde eletrônicos a itens de colecionador. É um segmento muito mais abrangente. Já a B2W é uma varejista tradicional, oriunda da Lojas Americanas, que foca na venda de produtos novos de grandes fabricantes. A empresa fecha com as principais marcas do país para vender, principalmente, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. A companhia também permite que lojas menores com operações robustas vendam produtos novos que não são o foco da companhia em seus sites, no modelo conhecido como marketplace. Por terem esse perfil diferente, os analistas acreditam que há espaço tanto para a B2W crescer, quanto para o Mercado Livre, não importando quem vai ficar na frente, seja em termos de receita ou volume de mercadoria transacionado. “O e-commerce representa hoje 3,5% das vendas do varejo total. Em cinco anos, o percentual deve chegar a 10%. Há espaço para todo mundo”, afirma Terra. O próprio diretor do Mercado Livre concorda com essa premissa. Na entrevista à agência de notícias Reuters, ele afirmou que o comércio eletrônico brasileiro é como um bolo que está ficando cada vez maior. E que para crescer nesse cenário, não é necessário pegar a fatia do outro.Então o caminho está livre para o Mercado Livre crescer?
Só que tudo pode mudar com a entrada da Amazon. A empresa, que está no país desde 2012, deve começar a vender de tudo em seu site, através do modelo de marketplace, ainda no segundo semestre deste ano. E isso pode impactar diretamente nos resultados do Mercado Livre no Brasil, já que o modelo de negócio da companhia argentina é o mesmo da Amazon. Até lá, de qualquer forma, Guasti lembra que a empresa não está sozinha. “Eles não competem sozinhos. Tem o ShopFácil, do Bradesco, e a Elo, por exemplo, que também são fortes. E pode vir ainda a Amazon”, diz o CEO do E-bit. “O mercado é grande o suficiente para comportar vários grandes players, mas é essencial oferecer preço bom e serviços agregados para se manter competitivo.” Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/nova-economia/mercado-livre-quer-superar-a-b2w-e-se-tornar-o-maior-e-commerce-do-brasil-501397n0nafpgs03xhdy4bz6j
Artigos Relacionados
Fale Conosco
Entre em contato pelo telefone (41) 3252-1052 ou envie sua mensagem através do formulário